DIVERSIFICAÇÃO: Programa incentiva plantio de milho, feijão e pastagem após o tabaco em Santa Catarina

milhofeijaotabacoRenovado para 2017 o Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco em Santa Catarina é um sucesso.

Com mais de três décadas, o programa acontece em toda a Região Sul e, na safra passada injetou cerca de R$ 650 milhões na economia com o plantio de 152 mil hectares de milho e feijão na resteva do tabaco. Estimativas indicam que em Santa Catarina, o programa aumentou a renda dos produtores em mais de R$ 200 milhões. Na última safra, mais de 65 mil hectares da área plantada de tabaco foram destinados, após a colheita, à produção de milho, feijão ou pastagem no Estado.

O plantio após a colheita do tabaco reduz os custos de produção dos grãos e pastagens, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados. Assim existe uma redução de custo na produção de proteína (carne, leite e ovos). Outros benefícios são a proteção do solo contra a erosão e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

Para operacionalizar o programa em Santa Catarina, além dos orientadores das empresas associadas ao SindiTabaco, a Secretaria da Agricultura oferece a assistência técnica aos produtores, através da Epagri, e fornece as sementes de milho, por meio do Programa Terra-Boa. A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), e as Federações da Agricultura e dos Trabalhadores na Agricultura, FETAESC, também são parceiros na execução do Programa.